A revolução do kpop tem cinco rostos — e nenhum deles é humano. Pelo menos não da forma que a gente conhece.

Espera... eles deram uma entrevista bombástica e o fandom brasileiro ainda não surtou?

Segundo o soompi.com, o PLAVE se sentou para uma entrevista exclusiva recheada de revelações sobre o quarto mini álbum deles, o Caligo Pt.2 — o mais recente capítulo de uma série que o fandom, carinhosamente chamado de PLAVE-mates, tem acompanhado com uma intensidade que a gente aqui no PopSeoul raramente vê em grupos tão novos assim. Na entrevista, os membros falaram sobre o processo criativo por trás do novo projeto, as forças individuais de cada um dentro do grupo e o caminho que estão traçando como um grupo virtual. É o tipo de conteúdo que faz a gente largar tudo e ler três vezes seguidas.

Pra quem ainda não conhece a saga do PLAVE: lançado em 2023 pela Vlast, o grupo chegou quebrando todas as expectativas sobre o que um grupo virtual pode ser no universo do kpop. Enquanto muita gente torcia o nariz achando que avatares digitais não teriam a conexão emocional necessária pra cativar fandoms, os meninos — Yejun, Noah, Bamby, Eunho e Roy — foram lá e provaram o contrário. A série Caligo em si já mostra uma maturidade artística impressionante: é uma narrativa construída com cuidado, com estética visual própria e uma coesão temática que muitos grupos físicos demoram anos pra alcançar.

Mas afinal, o que significa ser um grupo virtual que domina charts reais?

Essa é a pergunta que não quer calar — e que o próprio PLAVE parece encarar de frente, sem fugir. Na entrevista ao Soompi, eles abriram o jogo sobre os desafios e as particularidades de existir como grupo virtual num mercado que ainda está aprendendo a lidar com esse formato. E olha, a gente precisa contextualizar isso melhor pro público brasileiro: o PLAVE não é um projeto experimental de nicho. Eles estrearam no top 10 do Gaon Chart, acumularam premiações em cerimônias como o Melon Music Awards e construíram um fandom global que rivaliza — e muito — com grupos de terceira e quarta geração do kpop convencional. Isso é extraordinário.

Aqui no Brasil, a comunidade PLAVE-mate tem crescido de forma orgânica e apaixonada, especialmente nos grupos de kpop no Discord e nas comunidades do Twitter e TikTok. A gente vê isso pipocando toda semana: edits virais, threads explicando a lore do universo deles, covers dos fãs. O Caligo Pt.2 chegou num momento em que o grupo já não precisa mais se provar — e talvez seja exatamente por isso que a entrevista ao Soompi soa tão segura, tão madura. Eles sabem quem são e pra onde estão indo.

E agora? O Caligo Pt.2 é só o começo do que está por vir

A entrevista ao soompi.com deixa claro que o PLAVE está longe de ter dito tudo o que tem a dizer — artisticamente falando. A série Caligo parece ser um projeto de fôlego, construído em camadas, e cada entrega traz novas perspectivas sobre os membros e sobre a proposta artística do grupo. A gente acredita, firmemente, que o PLAVE está redefinindo o que significa presença de palco no kpop moderno — porque eles provam que conexão emocional vai muito além do físico. O fato de eles terem se aprofundado nas forças individuais de cada membro na entrevista também é um sinal de que a Vlast entende que o público quer conhecer as personalidades por trás dos avatares, não só a estética. É uma estratégia inteligente e, francamente, emocionante de acompanhar. Aqui no PopSeoul, a gente tá de olho em cada movimento dessa nova fase — e já tá ansioso pelo que vem depois do Caligo.

E você, PLAVE-mate brasileiro — o que mais te impressionou na trajetória do grupo até aqui: a ousadia do conceito virtual, a qualidade musical do Caligo Pt.2, ou a forma como eles constroem conexão com o fandom mesmo sem aparecer fisicamente? Conta pra gente nos comentários!